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17 de nov. de 2009

Arte para todos (com ou sem piratas)

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Há pouco tempo fiz uma postagem defendendo o trabalhador informal da repressão fascista da Guarda Municipal de Eduardo Paes (que tem em seu governo o Partido Comunista -sic- do Brasil, mas isso é mero detalhe, aos conciliadores -ou oportunistas- já dediquei os seguintes versos). Usei como símbolo, como arquétipo de camelô perseguido, o vendedor de CDs piratas. Porque música é uma das coisas mais belas da vida. Inclusive na postagem identifico a música com a própria "alegria", simbolicamente falando.

Uma companheira trouxe um viés crítico: o produto comercializado pelo camelô tem origem criminosa. Indiretamente, o camelô faz parte de uma cadeia criminosa.

8 de abr. de 2007

Da questão ambiental

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As previsões são ruins. O que os jornais nos trazem são notícias de desintegração planetária, lenta e imperceptível, no início, mas que atingirá o paroxismo num decurso de poucas dezenas de décadas. Nossos filhos ou os filhos de nossos filhos herdarão um planeta diferente, árido, inóspito, macabro, cruel, raivoso, fedendo a ácido sulfúrico misturado a enxofre. Algo como um cenário de ficção científica nada otimista. Com a diferença, naturalmente, de que a ficção passará longe.

A depredação do meio ambiente pelo Homem é decorrente do próprio incremento da técnica. Dominar o meio, coisa que os ancestrais fizeram, pressupõe adaptá-lo, alterá-lo, enfim, colocar um rumo estranho àquilo que a natureza faria a seu modo. É inevitável, mas é preciso- a sobrevivência da espécie depende disso. Mas algo de pequena escala irá se agravar conforme a técnica aumente; e ei-nos em plena Revolução Industrial, e o carvão começa a poluir os ares.